Presidente dos EUA Theodore Roosevelt 1901–1909 · republicanoApoiou a separação do Panamá da Colômbia (1903) e obteve a Zona do Canal.O Corolário Roosevelt à Doutrina Monroe (1904) fez dos EUA a «polícia internacional» da América Latina.Assumiu o controle das alfândegas dominicanas (1905) e ocupou Cuba (1906–1909). Vítimas:O artigo não traz números separados do desembarque; os ataques dos EUA a embarcações no Caribe já mataram pelo menos 227 pessoas (em setembro de 2026). Поддержать криптовалютойSupport with cryptoApoyar con criptomonedasادعمنا بالعملات الرقمية用加密货币支持क्रिप्टो से समर्थन करेंSoutenir en cryptomonnaieক্রিপ্টো দিয়ে সহায়তা করুনApoie com criptomoedasکرپٹو سے مدد کریںKripto ile destek olun暗号資産で支援するỦng hộ bằng tiền mã hóaDukung dengan kriptoMit Krypto unterstützenحمایت با رمزارزSostieni con le criptovalute암호화폐로 후원하기Changia kwa sarafu za kidijitali Мы работаем, чтобы люди знали правду о политике.We work so that people know the truth about politics.Trabajamos para que la gente conozca la verdad sobre la política.نعمل كي يعرف الناس الحقيقة عن السياسة.我们努力让人们了解政治的真相。हम काम करते हैं ताकि लोग राजनीति का सच जानें।Nous travaillons pour que les gens connaissent la vérité sur la politique.আমরা কাজ করি, যাতে মানুষ রাজনীতির সত্য জানতে পারে।Trabalhamos para que as pessoas conheçam a verdade sobre a política.ہم کام کرتے ہیں تاکہ لوگ سیاست کا سچ جان سکیں۔İnsanların siyaset hakkındaki gerçeği bilmesi için çalışıyoruz.私たちは、人々が政治の真実を知ることができるよう活動しています。Chúng tôi làm việc để mọi người biết sự thật về chính trị.Kami bekerja agar orang-orang mengetahui kebenaran tentang politik.Wir arbeiten dafür, dass Menschen die Wahrheit über Politik erfahren.ما کار میکنیم تا مردم حقیقت سیاست را بدانند.Lavoriamo perché le persone conoscano la verità sulla politica.우리는 사람들이 정치의 진실을 알 수 있도록 일합니다.Tunafanya kazi ili watu wajue ukweli kuhusu siasa. USDTTRON (TRC20)ETHEthereumBTCBitcoin TKmCQo2vRBr7ukAtXTSyUKR1eo7vBxCzd2 КопироватьCopyCopiarنسخ复制कॉपी करेंCopierকপি করুনCopiarکاپی کریںKopyalaコピーSao chépSalinKopierenکپیCopia복사Nakili✓ СкопированоCopiedCopiadoتم النسخ已复制कॉपी हो गयाCopiéকপি হয়েছেCopiadoکاپی ہو گیاKopyalandıコピーしましたĐã sao chépTersalinKopiertکپی شدCopiato복사됨Imenakiliwa ⚠ Отправляйте только USDT в сети TRON (TRC20)Send only USDT on the TRON (TRC20) networkEnvíe solo USDT en la red TRON (TRC20)أرسل USDT فقط عبر شبكة TRON (TRC20)仅通过 TRON (TRC20) 网络发送 USDTकेवल TRON (TRC20) नेटवर्क पर USDT भेजेंEnvoyez uniquement des USDT sur le réseau TRON (TRC20)শুধু TRON (TRC20) নেটওয়ার্কে USDT পাঠানEnvie apenas USDT na rede TRON (TRC20)صرف TRON (TRC20) نیٹ ورک پر USDT بھیجیںYalnızca TRON (TRC20) ağında USDT gönderinTRON(TRC20)ネットワークのUSDTのみ送金してくださいChỉ gửi USDT trên mạng TRON (TRC20)Kirim hanya USDT di jaringan TRON (TRC20)Nur USDT im TRON-Netzwerk (TRC20) sendenفقط USDT را در شبکه TRON (TRC20) ارسال کنیدInvia solo USDT sulla rete TRON (TRC20)TRON(TRC20) 네트워크의 USDT만 보내 주세요Tuma USDT pekee kwenye mtandao wa TRON (TRC20) 0xAfa8C6cd9FDB8C452a22FFF10E3009e819499441 КопироватьCopyCopiarنسخ复制कॉपी करेंCopierকপি করুনCopiarکاپی کریںKopyalaコピーSao chépSalinKopierenکپیCopia복사Nakili✓ СкопированоCopiedCopiadoتم النسخ已复制कॉपी हो गयाCopiéকপি হয়েছেCopiadoکاپی ہو گیاKopyalandıコピーしましたĐã sao chépTersalinKopiertکپی شدCopiato복사됨Imenakiliwa ⚠ Отправляйте только ETH в сети EthereumSend only ETH on the Ethereum networkEnvíe solo ETH en la red Ethereumأرسل ETH فقط عبر شبكة Ethereum仅通过 Ethereum 网络发送 ETHकेवल Ethereum नेटवर्क पर ETH भेजेंEnvoyez uniquement des ETH sur le réseau Ethereumশুধু Ethereum নেটওয়ার্কে ETH পাঠানEnvie apenas ETH na rede Ethereumصرف Ethereum نیٹ ورک پر ETH بھیجیںYalnızca Ethereum ağında ETH gönderinEthereumネットワークのETHのみ送金してくださいChỉ gửi ETH trên mạng EthereumKirim hanya ETH di jaringan EthereumNur ETH im Ethereum-Netzwerk sendenفقط ETH را در شبکه Ethereum ارسال کنیدInvia solo ETH sulla rete EthereumEthereum 네트워크의 ETH만 보내 주세요Tuma ETH pekee kwenye mtandao wa Ethereum bc1qv5av0al7h000da4xc82ymcjkguj7wmgz4q4z32 КопироватьCopyCopiarنسخ复制कॉपी करेंCopierকপি করুনCopiarکاپی کریںKopyalaコピーSao chépSalinKopierenکپیCopia복사Nakili✓ СкопированоCopiedCopiadoتم النسخ已复制कॉपी हो गयाCopiéকপি হয়েছেCopiadoکاپی ہو گیاKopyalandıコピーしましたĐã sao chépTersalinKopiertکپی شدCopiato복사됨Imenakiliwa ⚠ Отправляйте только BTC в сети BitcoinSend only BTC on the Bitcoin networkEnvíe solo BTC en la red Bitcoinأرسل BTC فقط عبر شبكة Bitcoin仅通过 Bitcoin 网络发送 BTCकेवल Bitcoin नेटवर्क पर BTC भेजेंEnvoyez uniquement des BTC sur le réseau Bitcoinশুধু Bitcoin নেটওয়ার্কে BTC পাঠানEnvie apenas BTC na rede Bitcoinصرف Bitcoin نیٹ ورک پر BTC بھیجیںYalnızca Bitcoin ağında BTC gönderinBitcoinネットワークのBTCのみ送金してくださいChỉ gửi BTC trên mạng BitcoinKirim hanya BTC di jaringan BitcoinNur BTC im Bitcoin-Netzwerk sendenفقط BTC را در شبکه Bitcoin ارسال کنیدInvia solo BTC sulla rete BitcoinBitcoin 네트워크의 BTC만 보내 주세요Tuma BTC pekee kwenye mtandao wa Bitcoin A revolução de 1903 nas Honduras foi a luta armada do general Manuel Bonilla pela presidência, durante a qual os Estados Unidos desembarcaram pela primeira vez no século XX as suas tropas no país. De 23 a 31 de março de 1903, marinheiros americanos estiveram no porto de Puerto Cortés, oficialmente a «guardar o consulado e o cais dos vapores». Parece modesto, não é? No entanto, foi com desembarques tão «modestos» que começou a época que mais tarde se chamaria guerras das bananas. Confesso que também eu considerava este episódio uma ninharia. Apenas uma semana, apenas algumas dezenas de homens, nenhuma batalha famosa. Mas quanto mais escavava, mais claro ficava: aqui, como numa gota de água, vê-se todo o esquema com que os EUA dirigiriam depois a América Central durante décadas. De onde veio a revolução de 1903 nas Honduras No outono de 1902 realizaram-se eleições presidenciais nas Honduras. Manuel Bonilla, líder dos conservadores, obteve mais votos, mas não a maioria absoluta. Então o presidente cessante, Terencio Sierra, recusou entregar o poder ao rival. No fim, o Congresso elegeu presidente o liberal Juan Ángel Arias. Bonilla não se conformou e a 1 de fevereiro de 1903 iniciou uma revolta. As suas forças marcharam sobre a capital, Tegucigalpa, e também se combatia no norte do país, na costa caribenha. E era justamente ali que começavam os interesses americanos. A costa das bananas No início do século XX, a costa norte das Honduras transformava-se rapidamente numa plantação para o mercado americano. Por exemplo, os irmãos Vaccaro, de Nova Orleães, compravam terras perto de La Ceiba desde 1899, e dos portos de Puerto Cortés e Trujillo partiam para norte vapores carregados de bananas. Aliás, foi nas Honduras, em 1896–1897, que o escritor americano O. Henry reuniu impressões para o seu livro «Repolhos e Reis». Foi ali que apareceu pela primeira vez a expressão «república das bananas». Por outras palavras, para Washington as Honduras não eram um país, mas uma estação de carga. E durante a revolução a principal preocupação das autoridades americanas era simples: que as bananas continuassem a navegar para Nova Orleães. Além disso, a principal ferrovia do país começava em Puerto Cortés; fora construída no século XIX com empréstimos britânicos que as Honduras nunca conseguiram pagar. Por isso o porto não era um simples cais, mas a porta de todo o norte. Por exemplo, por ele entravam armas, saíam bananas e cobravam-se os direitos aduaneiros, o principal rendimento do Tesouro. Por conseguinte, quem tinha Puerto Cortés tinha nas mãos a bolsa do país. A revolução de 1903 nas Honduras e o desembarque em Puerto Cortés A 21 de março de 1903 apareceram diante de Puerto Cortés navios de guerra americanos. Dois dias depois, a 23 de março, desceram a terra cerca de 45 marinheiros e fuzileiros. A missão oficial: proteger o consulado americano e o cais dos vapores. Como resultado, permaneceram na cidade até 31 de março, até se esclarecer o desfecho da luta. Ao mesmo tempo, canhoneiras americanas patrulhavam permanentemente o Caribe. Por exemplo, o Marietta navegou em 1901–1903 entre a Colômbia, a Venezuela, o Haiti e as Honduras, «protegendo os interesses americanos». Reparem: não se tratava de defesa contra uma invasão. Tratava-se de que uma guerra civil alheia não atrapalhasse os negócios americanos. Uma neutralidade que não era neutra As fontes americanas gostam de sublinhar que o destacamento «não interveio em nada». Mas sejamos honestos. Quando soldados estrangeiros controlam o principal porto de um país em plena guerra civil, já estão a intervir. Um porto significa armas, dinheiro da alfândega e ligação ao mundo exterior. Por isso, quem controla o cais influencia o desfecho da guerra, mesmo sem disparar. Além disso, o desembarque tinha também um papel político. Primeiro, mostrava aos dois lados quem era o verdadeiro dono da região. Segundo, deixava claro ao futuro vencedor que a amizade com as companhias americanas era condição de sobrevivência. Por fim, o próprio Bonilla, a julgar pela sua política posterior, aprendeu muito bem esta lição. Como terminou a revolução de 1903 nas Honduras Em abril de 1903 as forças de Bonilla tomaram o poder, e a 13 de abril ele tornou-se presidente. Depois, o seu governo revelou-se muito cómodo para o capital estrangeiro. As companhias bananeiras obtiveram concessões, terras e isenções fiscais, e os camponeses hondurenhos, trabalho por tostões em plantações alheias. Aliás, quando Bonilla foi derrubado em 1907, os navios americanos voltaram a estar diante dos mesmos portos; conto isso no meu artigo sobre a guerra entre a Nicarágua e as Honduras. Um passo para o «Corolário Roosevelt» A revolução de 1903 nas Honduras ocorreu num momento importante. Apenas ano e meio depois, a 6 de dezembro de 1904, Theodore Roosevelt anunciou o chamado «Corolário» à doutrina Monroe. A partir daí, os EUA proclamaram-se oficialmente «poder de polícia internacional» do hemisfério ocidental. Ou seja, desembarques como o das Honduras passaram de exceção a regra. E a primeira a senti-lo foi a República Dominicana, onde os americanos tomaram o controlo das alfândegas. Em geral, as Honduras não viam americanos armados pela primeira vez. Já em 1860, o aventureiro William Walker, que antes se apoderara da Nicarágua e sonhava com um império esclavagista inteiro, foi fuzilado em Trujillo. E em 1911 Washington organizaria nas Honduras o «golpe de Natal» e devolveria Bonilla ao poder, desta vez com mercenários. Uma visão geral destas intervenções está no artigo sobre as guerras das bananas. Nada mudou: «proteger interesses» com bombardeiros Passaram mais de 120 anos, mas a linguagem de Washington quase não mudou. Então falava-se em «proteger o consulado e o cais»; hoje, em «combater o narcoterrorismo» e «proteger americanos». A essência é a mesma: os EUA chegam armados onde ninguém os esperava e decidem sozinhos quem tem razão. Só que agora, em vez de 45 marinheiros, há porta-aviões e bombardeiros estratégicos. O Caribe e o Pacífico, 2025–2026. Desde 2 de setembro de 2025, os militares americanos afundam no mar lanchas que declaram «narcobarcos». Sem julgamento, sem provas, sem tentar deter ninguém. Como resultado, até setembro de 2026 morreram pelo menos 227 pessoas. A operação chamou-se «Lança do Sul», e disparar contra lanchas é a canhoneira de hoje diante de costas alheias. Venezuela, janeiro de 2026. A 3 de janeiro, aviões americanos atacaram Caracas, e forças especiais capturaram o presidente Nicolás Maduro e levaram-no para os EUA. Ninguém perguntou ao Congresso. Depois, Trump declarou que a América agora «manda» na Venezuela e exigiu «acesso total» ao seu petróleo. Equador, 2025. Washington procurava o regresso das suas bases militares ao país. No entanto, a 16 de novembro de 2025, quase 61% dos equatorianos rejeitaram em referendo as bases estrangeiras, incluindo a americana em Manta. Ainda bem que alguém se lembra de como acabam tais «hóspedes». Irão, 2026. A 28 de fevereiro, os EUA e Israel atacaram o Irão e mataram o seu líder supremo, e Trump instou os iranianos a «tomar o destino nas suas mãos». Mais uma vez um país alheio, mais uma vez Washington decide qual o governo «certo» ali. Assim, a revolução de 1903 nas Honduras não é um episódio esquecido. É a primeira linha de uma longa lista que ainda se escreve. Post navigation A guerra entre a Nicarágua e as Honduras em 1907: os fuzileiros dos EUA guardam as bananas e Washington dita a «paz» As eleições de 1908 no Panamá: como os EUA «vigiaram» a votação num país alheio